O filme mal estreou e já sinto a sensação de ter me drogado logo que vi o título.
O roteiro compara o universo das drogas medicamentosas e entrelaça o enredo com a "droga" que pode vir a ser o amor. Uma jovem com Parkinson e um representante de remédios apaixonam-se e o que começou com o vício do sexo, por medo de amar, termina no vício pelo amor e pela luta de um futuro a dois.
Lembrei de épocas da adolescência na qual os primeiros sintomas de paixão gerava efeitos colaterais físicos e muitas das vezes tomava remédio para passar a dor de barriga, a dor de cabeça, as mãos frias e nervosas, a garganta seca e sem fala....
É....
Os tempos talvez não tenham mudado, talvez as drogas tenham se multiplicado e consumido cada vez mais toda e qualquer pessoa, independente de idade, gênero, cor e raça....
Todos nós amamos, todos nós nos drogamos de amor.

Adoroooooooo! O amor causa mesmo coisas estrambólicas. Shsauh...
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